terça-feira, 20 de maio de 2014

HISTÓRIA DA ARTE E CINEMA: HETEROTOPIAS.

Testamento de Orfeu (Le Testament de Orphée, França, 1959, 111 min) dir. Jean Cocteau




21 de maio - quarta-feira – 19 horas

Testamento de Orfeu, último filme de Jean Cocteau, que compõe e conclui a trilogia da qual fazem parte O sangue de um poeta (1930) e Orfeu (1949), pode ser definido como um ensaio sobre a criação poética. É desse modo que François Truffaut se refere a ele, em que as andanças do poeta/Cocteau atravessam o tempo na busca por respostas sobre a sua forma de ver e viver o mundo, encarnadas em sua obra. Acerto de contas, Testamento de Orfeu é também um manifesto sobre fazer cinema, que se traduz em Cocteau, de acordo com comentário seu sobre o filme, no desaparecimento do corpo, pouco a pouco desnudado para mostrar a alma.

Comentários: Giordano Gio (Diretor e roteirista, com formação em Realização em Audiovisual pela UNISINOS. Bacharelando em História da Arte pelo IA-UFRGS).

Fonte: Coordenação da Sala Redenção – Cinema Universitário, através de Tânia Cardoso de Cardoso.

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